SEJAM BEM-VINDOS ->> AINDA HÁ ESPERANÇA <<-

A esperança é a certeza dentro de nós. É como uma luz que atravessa a escuridão da noite. É necessária ao coração como o sol à existência. Pode-se estabelecer como princípio que só sabem vencer aqueles que sabem esperar.
Os Três pontos cardeais da vida são:
1º) A ESPERANÇA, que a ilumina;
2º) A CERTEZA, em que se apóia;
3º) A FÉ, que a conduz.

SEJAM BEM-VINDOS.
Shalom Adonai.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Salvador si, pero Senhor, no!

"Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo" - II Pedro 1:11.
A entrada ao reino é diretamente proporcional aos termos invocados ao final do versículo 11, ou seja, "Senhor e Salvador". Infelizmente existem inúmeros indivíduos dentro do contexto religioso que possuem Jesus em suas vidas, apenas como "salvador". Para eles, Jesus é o "salvador" que foi escarnecido, foi surrado, usurpado, morreu na cruz e chegou até ressuscitar. Tal qual o filme do Mel Gibson.
Apenas como "salvador", porém, não como Senhor!
Ficamos pasmos e temos dificuldades em entender, quando pessoas dentro do convívio que se denomina "cristão" andam professando Jesus com a boca, e adulterando, prostituindo, mentindo, fornicando com o coração. Pessoas, cujo tempo que se intitula convertido já perfaz anos ou décadas, no entanto não abandonou o cigarro, a bebida, a prática de obras malignas. Todavia, vão à igreja semanalmente, dão seus dízimos e ofertas, crendo que estão cumprindo seu papel social espiritual e se sentem justificados. Meditem em todo o capítulo 1 de II Pedro.
Esses tais possuem a Jesus como Salvador, porém, não como Senhor. Para eles, Jesus morreu em uma cruz, e é bom que fique por lá, pois deixariam Ele ruborizado pela prática perversa que empreendem em suas vidas.
Eles são os maiores prejudicados, muito embora suas vidas sejam tropeços para outros.
Eles crêem em Jesus como Salvador deles, no entanto, quando se olha pelo aspecto "senhor", estão fadados ao fracasso. Essa é uma estratégia inimaginavelmente usada nos dias de hoje pelo inimigo de nossas almas no meio da igreja. Ele permite que as pessoas professem a Jesus como salvador sem problemas, desde que Jesus não se torne de fato Senhor naquela vida, tendo o mando e o comando nela. Tendo-O como “salvador” continuam nas práticas escusas. Tendo-O como “Senhor” se dobrarão diante da Sua vontade absoluta!
Em Lucas 18:18 encontramos um moço assim. Ele chega para Jesus e pergunta: "Bom mestre, que farei para herdar a vida eterna?".
Observemos que Ele reconhece que Jesus é mestre, que Ele é bom, que Ele era uma pessoa diferente e de confiança a ponto desse moço, sendo rico se chegar e lhe questionar a respeito de algo, MESMO guardando os mandamentos. No entanto, quando Jesus lhe responde o que devia fazer, ele se retira MUITO triste.
Ele reconheceu Jesus como Salvador, mas NÃO o quis como Senhor. Muito embora esse rapaz estivesse cumprindo todos os mandamentos, mas algo faltava em seu coração. Todavia, quando Jesus desejou se tornar "senhor" em sua vida, ele O recusou.
Tenho plena convicção que Deus está falando com pessoas que se encontram numa condição semelhante a essa. Pessoas que estão tendo uma boa prática religiosa, mas que lá no fundo do coração, sabe que Jesus ainda não é o Senhor de suas vidas. Ele te chama para um conserto hoje!
Jesus está as portas para arrebatar Sua igreja. Será que vale a pena insistir nessas práticas que magoam, ferem e entristecem ao Espírito Santo de Deus? Será que vale insistir em práticas que Deus abomina e que separa o homem da vida eterna?
Oxalá que todos os que professam a Jesus, O tenham como Salvador e Senhor, caso contrário, um dia se retirarão MUITO tristes, pois perceberão que O admiravam apenas como um "BOM MESTRE".
É tempo de cura. É tempo de restauração. É tempo de ter Jesus como Senhor da vida, pois o tempo como Salvador está se esvaindo, e permanecerá junto dEle, apenas os que O professaram como Salvador e SENHOR de suas vidas.
Ele te ama, e não suporta a idéia de passar uma eternidade, sem ter você junto dEle, simplesmente porque passou a vida admitindo-O como Salvador, NÃO porém como Senhor !                          Pense nisso!                         Shalom Adonai!

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ATRAVESSANDO O CAOS.



"Jesus respondeu, e disse-lhes: Derribai este templo, e em três dias o levantarei." João 2:19


O teólogo Paul Tillich afirma que na transição do velho para o novo há a existência do caos. Para Tillich - um dos grandes teólogos do século passado – entre o velho e o novo há o momento do desagrupar para juntar-se de novo, o momento de não ser para tornar a ser.
Vemos que o texto a cima fala deste momento de transição da morte de Jesus para que o novo pudesse acontecer para a humanidade. Era necessário o momento do caos – o tempo de sua morte – para que a novidade da ressurreição acontecesse.
Podemos entender este tempo de transição – caos – como aquele momento em que o trapezista solta suas mãos da barra em que está sustentado, na expectativa de conseguir segurar-se na outra barra a sua frente, este trajeto que parece tão curto para os nossos olhos pode durar uma eternidade para aquela pessoa suspensa no nada. Para que possa chegar a outra barra o trapezista necessita passar por este tempo de transição.
Quando olhamos para a Palavra de Deus, podemos perceber que entre o derribar e o levantar de Jesus, há um lapso de tempo de três dias.
Três dias cheios de questionamentos, angustias, e dúvidas comovidas como a que do s, dores e angustias que cobriram o coraçhumanidade.  as que cobriram o coração dos discípulos no caminho de Emaús.
Parece que a vida é cheia destes momentos em que nós nos desconstruímos, tudo parece uma seqüência sem sentido, para que então o novo possa se mostrar.
Parece ter sido assim com o povo de Israel na transição do Egito para Canaã, com José, de escravo para governador no Egito e com Jesus Cristo, da cruz para a ressurreição.
Muitas vezes queremos muito uma coisa, mas não queremos nos desapegar da outra, queremos receber o novo, mas não nos desapegamos das coisas velhas.
"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." II Cor 5:17



Precisamos ter a coragem que enfrentar o caos e passarmos para o novo que Deus tem para nossas vidas.
Pessoas não recebem o novo porque não possuem a coragem de se lançarem ao ar para os braços do Pai, querem a certeza do novo para depois tirarem as mãos do que é velho e assim permanecem sem a graça do novo, querem a alegria do domingo da ressurreição sem passarem pelos dias de choro e de dúvidas dos dias anteriores.
O cristão vive de certa maneira sempre atravessando o abismo da incredulidade como diz a Bíblia: "ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem" Hebreus 11:1
Penso que este caos de que Paul Tillich fala teologicamente, na prática seriam os "vales da sombra da morte", os "desertos", o "choro da noite", as "tempestades do mar". 
Certa vez em uma de nossas aulas de missiologia, o professor começou a contar das dificuldades na missão transcultural.
Ele nos relatou que logo quando chegou ao país em que iriam fazer missão, teve uma sensação desesperadora. Quando viu todo mundo falando inglês, teve a forte sensação de que iria esquecer o português naquele país e não iria aprender o inglês.
Hoje ele tem fluência no inglês e ainda fala muito bem o português.
O fato é que nestes momentos de transição em nossa vida, precisamos ter a coragem de enfrentar o caos.
Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.  II Tim. 1:7


Não tenha o medo de enfrentar o caos, pois do outro lado do caos temos os braços do Pai para nos segurar.

Sempre em Cristo.

Shalon Adonai.                     

EM CONSTRUÇÃO - AGUARDEM!


Tecnologia revolucionária que vai facilitar ainda mais a sua busca pelo conhecimento de Deus.
Esse equipamento traz consigo todo o conteúdo da Bíblia Evangélica e, também, a opção de VIVA VOZ, ou seja, além de você NÃO ter o trabalho de ficar procurando página por página, pode optar por apenas ouvir os versículos da Bíblia integralmente.
A Bíblia Sagrada Eletrônica tem o tamanho aproximado de um aparelho Palmtop e até mesmo de um aparelho celular.
E ainda possui outras funções como:
MP4 Player - Visualizador de Fotos e Vídeos - Pen Drive - Calculadora e GPS

É a Bíblia com você, onde quer que você esteja!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

NOSSA SALVAÇÃO ESTÁ GARANTIDA (João 10.22-42)

Quando um engenheiro projeta uma ponte pênsil, ele tem que levar em conta três fatores importantes. Em primeiro lugar, ele tem que calcular a carga morta, que é o peso líquido da construção. Em segundo lugar, ele tem que se preocupar com a carga viva, ou seja, a quantidade de toneladas que a ponte pode suportar. E em terceiro lugar, deve calcular a força do vento, ou seja, a tensão que a estrutura pode suportar pelo impacto de fortes ventos. Já aconteceu de engenheiros se enganarem em seus cálculos, e as pontes construídas sob suas especificações, às vezes, acabarem caindo.Hoje, veremos como a Palavra de Deus nos mostra claramente que nosso Pai Celeste tem levado em conta todos os fatores para assegurar plenamente nossa salvação, uma vez que já aceitamos a seu Filho, Jesus Cristo.
As obras de Cristo testificam dEle.
Uma vez mais a cena destes acontecimentos é o templo. Jesus aproveitava as festas religiosas a que grandes multidões assistiam, compostas por judeus e prosélitos. A festa em questão era a da “Dedicação”, e comemorava a restauração do templo através de Judas Macabeu em 165 a.C., depois que Antíoco Epifanes o havia profanado ao sacrificar um porco sobre o altar do holocausto. Esta celebração acontecia no final de Dezembro. Esta é a atual Festa das Luzes, chamada Hanukah. É no templo, onde Jesus caminhava que os judeus o abordam exigindo que lhes dissesse abertamente se ele era o Cristo. O Senhor responde dizendo: “Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito...”. Quando Jesus se refere a suas obras (Εργον – Ergon) significa: feitos, expressão prática. Estes homens sofriam de uma severa cegueira espiritual. As profecias mencionavam entre as qualidades do Messias o poder para: curar aos surdos, cegos, ressuscitar mortos e curar todo tipo de enfermidades (Isaías 26.19; 29.18,19; 61.1-3). Havia gente que tinha a capacidade de ver Deus atrás de cada milagre que Jesus realizava: Nicodemos (João 3.1,2), a mulher samaritana (4.19-29), os homens alimentados com um grande milagre de multiplicação (6.14), outras pessoas (7.31,40, 41), o cego de nascença curado (9.30-32). Jesus mostrou contundentemente que ele era o Ungido, já que fez milagres que testificavam amplamente que ele era o Salvador do mundo. Todos nós agora temos o testemunho fiel da Bíblia que nos assegura que Cristo é o único que pode dar vida eterna.
 Jesus e o Pai, uma dupla segurança.
A promessa de Cristo é a de que Ele nos dá vida eterna e de nenhuma maneira pereceremos. A segurança da vida eterna descansa inteiramente na fidelidade e poder de Deus. Talvez para alguns seja difícil compreender isso devido à facilidade de deixarmos de fazer as coisas difíceis. Há aqueles que começam sua carreira universitária e, em apenas um ou dois semestres de lutas acadêmicas, renunciam porque os estudos eram difíceis demais. Uma dona de casa começa a confeccionar uma roupa. Os cortes saem todos errados, os fios se emaranham, a máquina dá problemas. Frustrada, abandona a tarefa e decide comprar um vestido já pronto. Alguém deseja escrever um livro. Passa horas inteiras em meditação. Começa a escrever, enche uma página, não gosta, escreve outra, mas também não é do seu agrado. Logo se vê rodeado de folhas de papel com frases que não gosta. Decide, enfim, abandonar a idéia e deixar que os intelectuais escrevam livros.
Graças a Deus, Ele nunca abandona uma tarefa que iniciou!
Imagine se, de repente, Ele decidisse que salvar a mim ou a você é muito difícil e, na metade do caminho, abandona a tarefa. Deus não deixa de cumprir seus desígnios por causa de uma queda nossa ou um desvio no caminho (Filipenses 1.6). Jesus tem a firme determinação de salvar a todo aquele que deposite sua fé em seu sacrifício sobre a cruz. Sua mão sustém e protege a cada uma de suas ovelhas de tal maneira que NINGUÉM as pode arrebatar de sua mão (arrebatar vem do verbo grego αρπαξο – arpatho, que significa pegar à força, apoderar-se, tomar ou levar). Nas mãos de Cristo estamos completamente seguros. Se isso ainda fosse pouco, o Pai, que é maior do que todos (Μειξον – Meithon; mais forte, poderoso), também nos cobre com sua mão e ninguém pode nos arrebatar da mão dEle (ουδεισ – oudeis; ninguém, absolutamente). Não há então ninguém que remotamente tenha o poder de apoderar-se de nós, não há ninguém capaz de consegui-lo. Nós, os filhos de Deus, temos uma dupla segurança, que nos confirma que a vida eterna é nossa desde agora em Cristo Jesus.
 Jesus, o Filho de Deus.
Os judeus não suportavam que Jesus se fizesse igual a Deus, e como eram tão estritos e apegados à letra da Lei, quiseram apedrejá-lo (Levítico 24.16). Jeová, o Deus eterno e verdadeiro, deu a Jesus este título (Mateus 3.17; 17.5), e mesmo o demônio o sabia (Mateus 4.3). Este título identifica a Jesus em sua relação filial única com Deus, nele está implícita sua deidade. Se Jesus era somente um homem, como Moisés, Abraão, Davi, Elias, ou qualquer outro personagem da história bíblica, sua vida não poderia expiar o pecado de todo o mundo, nem mesmo se fosse um anjo enviado para esta missão. O fato de Jesus ser o Filho de Deus garante que sua vida e seu sangue derramado na cruz do Calvário valham de sobra pela salvação de todos aqueles que crêem nEle. Tudo o que Jesus fez, faz e fará garante nossa salvação eterna. Ele não alardeou tentando projetar uma falsa imagem de sua pessoa, sempre falou a verdade, mas não creram nEle. E você? Crê nEle? Jesus diz que suas ovelhas podem estar confiantes em suas mãos, já que, além do mais, o Pai que é o Todo-poderoso também nos protege, portanto não há poder em todo o universo que possa tirar-nos a salvação que temos nEle. Deus nunca abandona algo que haja começado esta era a convicção do apóstolo Paulo e queira Deus que seja a convicção de cada um de nós: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Filipenses 1.6).
  
Deus nos ajude a afirmar a cada dia esta verdade em nosso coração!

Pr. Maurício F. Morais.

Integridade. Produto em Escassez no Mercado.

A Constituição assegura que todos são iguais, o que significa direito a oportunidades iguais para se realizar na vida e se beneficiar de certos "direitos inalienáveis". Em outros aspectos, entretanto, homens e mulheres não são iguais, pelo menos em termos de bens materiais, talentos e habilidades individuais. Alguns parecem ter grande habilidade para gerar riquezas. Outros possuem inteligência inata, enquanto outros são mais ágeis e atléticos. Uns são líderes talentosos e outros são especiais como artífices e em tarefas que exigem habilidades motoras. Uns são competentes em vendas e marketing e outros eficientes em comunicações. Podemos ser iguais em direitos, mas não idênticos.  
 
Mas há um "artigo" que todos, compartilhamos algo que todos possuem em quantidade igual, pelo menos em tese: integridade. Alguém definiu integridade como "o que somos, de fato, por  dentro". Outros a expressaram como o "quem somos no escuro, quando ninguém nos está olhando". Tenho para mim que é a disposição de alguém manter seus compromissos, fazer o que promete e estar onde afirma estar, mesmo quando for inconveniente.  
 
Integridade difere da maioria das outras "posses" pessoais. Em muitas ocasiões podemos ganhar mais dinheiro, se necessário. Através de treinamento, podemos melhorar habilidades atléticas ou desenvolver capacitações específicas. Integridade, entretanto, uma vez perdida, é difícil ─  às vezes, impossível ─  reconquistar. 
 
Talvez por isso integridade seja tema recorrente na Bíblia, particularmente no livro de Provérbios. Muitas passagens são dedicadas à sua importância, enfatizando suas virtudes e alertando para os desdobramentos de se agir sem ela. Vejamos alguns exemplos:
 
. Integridade serve de escudo.   Seja no trabalho, no lar ou outro lugar, se você sempre fala a verdade, nunca terá de tentar se lembrar das mentiras que disse anteriormente. Se você sempre se esforça por fazer o correto, jamais terá que fazer correções por ter feito intencionalmente o errado. "A retidão protege o homem íntegro, mas a impiedade derruba o pecador" (Provérbios 13.6).

. Integridade pode curar.  Vivemos num mundo em que, infelizmente, desonestidade e conduta antiética se tornaram comuns. Em alguns ambientes são parte da cultura. Por isso, é revigorante encontrar e manter relacionamentos com pessoas determinadas a manter alto padrão de integridade. "O mensageiro ímpio cai em dificuldade, mas o enviado digno de confiança traz cura" (Provérbios 13.17).  
 
. Integridade merece respeito.   Todos nós conhecemos pessoas que foram erroneamente punidas ou tratadas de forma injusta. Mas, geralmente, a pessoa que mantém elevado padrão ético e moral é respeitada, mesmo admirada. Na luta por fazer o certo, vamos conquistando a confiança daqueles com quem trabalhamos ou nos relacionamos mais de perto. "Não é bom castigar o inocente, nem açoitar quem merece ser honrado" (Provérbios 17.26). 
 
. Integridade enfrenta oposição.   Ser íntegro não é fácil. Os que não compartilham dos mesmos valores podem apresentar forte oposição, especialmente quando o certo representa uma ameaça à conquista de seus objetivos tortuosos. Agir com integridade, freqüentemente significa recusar atalhos convenientes ou o curso do interesse próprio. Porém, em longo prazo, as recompensas são incomparáveis, tanto pessoal quanto profissionalmente. "Os violentos odeiam os honestos e procuram matar o homem íntegro" (Provérbios 29.10).


Reflita sobre isto...


Shalom Adonai.

FÉ EM AÇÃO

Há dias em que você tem a sensação de que chegou ao fim da linha?Não consegue avistar uma saída para os problemas que surgem em grande quantidade?

NINGUÉM É DIFERENTE.

Todos fazem parte de um mundo cheio de desafios. Não é fácil passar por um dia ruim. Você já deve ter pensado em desistir. Mas resista um pouco mais! Mesmo que as feridas latejem e a coragem esteja cochilando. Resista mais um instante, ainda que a solução pareça impossível e os pessimistas digam para você parar. Resista mais um momento, mesmo que você não possa avistar a linha de chegada e as dores sejam fortes. Tudo passa. A ilusão fascina, mas se desvanece. A posse agrada, porém, muda de mãos. O poder apaixona, entretanto, transita de pessoa. O prazer alegra, todavia é efêmero. Tudo nesta vida tem um propósito. O silêncio que entristece, leva à meditação que felicita. A submissão aflige, entretanto, fortalece o caráter. A situação muda como muda as estações. O verão brinca de esconde-esconde com a brisa morna, mas cede lugar ao outono, que espalha as tintas sobre a folhagem. O inverno chega e, sem pedir licença, congela a brisa e derruba as folhas. Tudo parece sem vida, sem cor, sem perfume. Será o fim? Não! Eis que surge a primavera e estende seus tapetes multicoloridos, espalhando perfume no ar e reverdecendo novamente a paisagem. Assim, quando as provas baterem à porta, não se deixe levar pelo desejo de desistir. Resista um pouco mais, porque o último instante da madrugada é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço. E esse novo dia ensolarado, sem algemas, nascerá para você em breve, desde que você persista. Alguém que te ama está sentado na arquibancada do tempo, torcendo muito para que você vença e ganhe o troféu que tanto deseja: a felicidade e a salvação. Nunca questione. Por que foram os dias passados melhores do que estes? Porque não provém da sabedoria esta pergunta". Eclesiastes 7.10. A recomendação do apóstolo Paulo é: "Esquecendo-me das coisas que para trás ficam, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação. As coisas velhas já passaram e Cristo prometeu fazer todas as coisas novas". Você deve perceber o carinho de Deus para com sua vida! Há algo de muito melhor em seu futuro, que pode começar hoje!

"SEM JESUS NÃO DÁ PRA SER FELIZ"!

Shalom Adonai.

Pr. Maurício F. Morais, DD.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O QUE ESPERA DEUS DE SEU POVO, DE SUA IGREJA, HOJE?

“Portanto, não se deve pôr em dúvida que o poder civil é uma vocação, não somente santa e legítima diante de Deus, mas também mui sacrossanta e honrosa entre todas as vocações”.   João Calvino.

Uma palavra proscrita no meio evangélico tradicional é POLÍTICA. Mesmo em dias como os de hoje, em que os evangélicos despontam como uma das maiores forças políticas do país. Isto porque ela tem sido associada, em nossos tempos, a homens corruptos, a cristãos de campanha, a mentiras eleitoreiras, onde tudo promete, mas nada se cumpre (e nada se cobra de modo eficiente). Está associada também a mundanismo e apostasia, envolvendo seus agentes em falcatruas, negociatas espúrias, satisfação de interesses pessoais ou de apaniguados, nepotismo e campanhas milionárias cujo custo jamais será ressarcido pelo salário pago pelo cargo almejado, que deixam o eleitor desconfiado das reais motivações que levam aquele candidato a lutar tanto pelo cargo.
O evangélico “que tem horror de política e de políticos”, por outro lado, da mesma moeda, diga-se de passagem, pietizou-se, verticalizou-se e esterilizou-se em sua fé, afastando-se, em consequência, de tudo o que se ligue ao assunto: - o meu reino não é deste mundo, diz ele, como racionalização, para conseguir conviver com a consciência de haver entregado os destinos de sua sociedade aos incrédulos. E, enquanto seu lar celestial lhe está sendo preparado, tem que conviver diuturnamente com as consequências de sua santa omissão. Muitos acabam, afinal, magoados com Cristo, que não volta logo para tirá-los deste inferno de injustiças e devassidão em que se transformou sua sociedade.
Na realidade, esse estado de coisas tem acontecido porque nossas igrejas afastaram-se, de alguma forma, do evangelho integral, que tem uma palavra de Deus para todas as situações existenciais do ser humano, e não apenas para sua alma. Com isso, tem ignorado em seu estudo e em sua compreensão do termo “missão”, uma série de ensinos bíblicos acerca da participação do servo do Senhor na sociedade em que vive.
O que pretendemos adiante é relembrar uma dessas importantes e impressionantes lições bíblicas sobre a ação política, entendida como dimensão da manifestação do Reino de Deus em nosso mundo. Faremos isto, recordando a história de Ester, extraindo dela algumas lições para as nossas necessidades de hoje. Gostaria de lhe sugerir que pegasse sua Bíblia e abrisse nesse livro, para acompanhar e conferir a análise que faremos. NESCESSÁRIO SE FAZ LER TODO O LIVRO.
Creio que qualquer pessoa que queira ser leal e útil ao seu Senhor, deve buscar compreender como se desenvolve os embates à sua volta, onde se localizam os “fronts” mais importantes e como pode maximizar sua atuação, através do uso de estratégias e armas adequadas (Efésios 6:11,12). O que acabamos de abordar é o relato do que se deu em desses “fronts” de luta pela definição dos rumos da história de um povo.
Que resultados se podem esperar, hoje, com base na experiência de Ester e Mordecai, da ação política da comunidade comprometida com o Senhor? Eis alguns, a título de sugestão, extraídos de nosso texto:
·         Deus torce a ordem da história e abençoa seu povo (9:25 e 10:2);
·         Produz-se libertação e alegria (9:19);
·         Surge uma sociedade mais igualitária, justa e humana (9:19 e 22);
·         Deus exalta seus servos fiéis, por quem a justiça vem (10:2);
·         Deus transforma um símbolo do mal (Pur) em símbolo eterno de sua providência, para ser festejado para sempre (9:26).
O QUE DEUS ESPERA DE SEU POVO, DE SUA IGREJA, HOJE?
·         Que se identifique com a dor de sua sociedade e lute por uma pátria melhor, como fez Mordecai. Ao invés de adotar como lema “o meu reino não é deste mundo”, adote “vós sois o sal da terra”.
·         Que a igreja se envolva com a ação política, como uma dimensão do Reino de Deus, conscientizando e instruindo seus membros nesta área, e assim, tenha condições culturais e de maturidade para preparar “Esteres”, a serem enviadas aos centros de decisão onde os “interesses” do Senhor precisam ser representados, sejam esses centros simples associações comunitárias, sejam sindicatos, partidos políticos, assembléias legislativas ou palácios de governo.
·         Que tenha em mente que esta é uma faceta da guerra espiritual; exigindo, portanto, que se lute também com muito jejum e oração.
Não basta, portanto, que um número crescente de evangélicos se aventure na política. É necessário, antes disso, que haja uma igreja com sensibilidade, o amor e preparo de Mordecai, habilitada a formar, instruir, enviar e acompanhar seus missionários palacianos.
Que Deus nos ajude a compreender Sua vontade em Cristo Jesus.
                        Shalom Adonai.
Pr. Maurício F. Morais.


Trazendo a Arca- Porque te Abates / CD Salmos e Canticos Espirituais

Trazendo a Arca- Preparado Esta / CD Salmos e Canticos Espirituais

terça-feira, 16 de novembro de 2010

AS ESCRITURAS SAGRADAS COMO REGRA DE FÉ E PRÁTICA

Texto básico: Salmo 19: 7 a 14


Talvez não haja ameaça mais séria à vida da Igreja hoje do que a debandada para abraçar as doutrinas da psicologia secular. A substituição do aconselhamento bíblico por terapias e teorias, essencialmente humanistas, ameaça à vida da Igreja. O Salmo 19 é uma declaração Divina da suficiência da Palavra de Deus, para todas as necessidades da alma humana. Nos seis primeiros versículos, é apresentada a revelação natural de Deus. O tempo e o espaço proclamam a existência de uma causa primeira, Deus. (Rm. 1:20).
Entretanto, a despeito dessa grande proclamação os homens confundem e rejeitam a revelação de Deus. (Rm. 1:21 a 23) Nos versículos, 7 a 14, temos a revelação escrita que é perfeita e converte a alma humana. Aquilo que a revelação natural apenas promete, a revelação escrita realiza.
Vejamos a Palavra Escrita do Senhor. Nos versículos 7 a 9, lemos “A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e da sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos. O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre; os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente justos”. Veja, o quanto é rica a Palavra de Deus.
Primeiro: ”A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma” O substantivo “lei” (Torah), compreende a vontade de Deus revelada. Aqui, Davi a usa para se referir as Escrituras como a totalidade do que Deus revelou para nossa instrução.(Js. 1:8) O adjetivo “perfeita”, é tradução do hebraico “tamim” e descreve a absoluta perfeição.(Sl. 18:30) A Palavra de Deus de nada precisa para ser completa. Tudo que o homem precisa, encontra-se na Palavra de Deus. O verbo “restaurar”, indica o que a Palavra faz em benefício do homem. Ela “converte”, “refresca” e “transforma” a pessoa em sua totalidade.
Segundo: “O testemunho do Senhor é fiel e da sabedoria ao símplices”. Testemunho (eduf), fala da Palavra como um depoimento Divino. É a verdade atestada pelo próprio Deus. “se admitimos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior”. (I Jo 5:9) “Fiel”, significa aquilo que é firme e comprovado. O testemunho do Senhor é inabalável, irremovível, inconfundível e digno de confiança. Podemos edificar a nossa vida sobre o fundamento sólido da Palavra de Deus.(Mt. 7:24 e 25) O “símplice”, é aquela pessoa ingênua, influenciável, mas, que ao receber a Palavra de Deus, se torna sábia. (II Tm. 3:15) A sabedoria adquirida pela Palavra de Deus, contraria a “sabedoria dos homens”, que na realidade é loucura. (I Co. 1:20).
Terceiro: “Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração”. “Preceitos”, são orientações e princípios Divinos para o caráter e a conduta do homem. Pessoas de todo o mundo clamam pedindo orientação. Milhões, consultam diariamente os horóspocos em busca de orientação para suas vidas. Muitos têm enveredado pela astrologia, pela necromancia e pelos diversos seguimentos do ocultismo. Mas, somente os preceitos do Senhor são retos para conduzir o homem ao certo e verdadeiro.(Sl. 119:105) Leiamos também (Jr.15:16).
Quarto: “O mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos”. O substantivo “mandamento” (mitsua), indica a maneira autoritária como Deus se dirige a nós. A bíblia não é um livro de sugestões. São ordens Divinas que devem ser obedecidas. São princípios obrigatórios para o nosso bem. O adjetivo “puro” indica a clareza e a lucidez da Palavra de Deus. (Sl. 12:6). A bíblia não é um livro confuso ou enigmático, mas revelador, esclarecedor...”Ilumina os olhos”, isto é, traz entendimento em meio à ignorância espiritual.
Quinto: “O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre”. Davi usa a palavra “temor” como sinônimo para as Escrituras. “Temor” fala da admiração referente a Deus que nos compele a adorá-Lo. Portanto, as Escrituras são nosso manual de adoração. O adjetivo “límpido” fala da ausência da impureza.
Sexto: “Os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente justos”. “Juízos” são as decisões judiciais que Deus registrou com respeito a várias situações humanas. Nesse contexto, significam ordenanças ou veredictos Divinos que procedem do Trono do Supremo Juiz. A bíblia é o padrão Divino para julgar a vida e o destino eterno dos homens.(Sl. 98:8 e 9) “Verdadeiros”, literalmente “verdade” no sentido de confiabilidade. Verdade em contraste com a falsidade, a mentira e o engano.
Caríssimos irmãos, que grande privilégio é possuirmos a Palavra de Deus, e, sobretudo, deixar-se possuir por ela. Muito poderia ser dito a respeito deste assunto, contudo, achamos ser suficiente o que já foi dito. Alguém disse com muita precisão estas palavras a respeito das Escrituras Sagradas:
“OU A BÍBLIA ME SEPARA DO PECADO OU O PECADO ME SEPARA DA BÍBLIA”.

O DEUS QUE DESTRÓI A ESPERANÇA ERRADA.

Me mandaram ver e eu fui ver. Era um bando de homens despidos e descalços, com as nádegas descobertas. Entre eles havia moços e velhos. Não era uma cena coletiva de exibicionismo. Não era também um desfile gay. Esta multidão de homens de nádegas para fora era formada de egípcios e etíopes. Eram prisioneiros de guerra. Estavam sendo levados por um general chamado Tartã para a Assíria. Tiraram-lhes as roupas para os humilhar ainda mais. Sargom, o rei da Assíria, queria exibir o seu poder e infundir terror.
Aquela cena de nudismo era também uma mensagem visualizada da parte de Deus. Ele queria mais uma vez destruir a esperança errada, a esperança frágil, a esperança vã. Em tempos de crise e de perigo, Israel estava pondo a sua esperança na glória do Egito e na glória da Etiópia. Para escapar da Assíria e do juízo da Deus, o povo escolhido precisava de arrependimento e conversão. Precisava de mudança de comportamento. Israel pensou que podia substituir o arrependimento e a conversão a seu jeito, sem se humilhar diante de Deus, sem alterar o seu estilo de vida, sem levar em conta o compromisso religioso. E não deu certo.
Agora Israel está vendo com seus próprios olhos não os homens com as nádegas de fora, mas a destruição de sua esperança. Aqueles vencidos e envergonhados homens de guerra eram o objeto de sua esperança até então. Uma esperança dramaticamente frustrada, seguida de desespero: “Como, pois, escaparemos nós?” (Is 20:1-6).
A mensagem das nádegas descobertas é também para os dias de hoje. Talvez ainda haja tempo para desistirmos de certas esperanças que tentam nos livrar do arrependimento e da conversão. Qualquer expediente que não remova o pecado não funciona, nem a médio nem a longo prazo. Quanto mais depressa se reconhece este fato, mais possibilidade de cura e de salvação há. Não adianta negar o pecado, não adianta fazer obras de misericórdia para contrabalançar o pecado, não adianta interpretar as Escrituras Sagradas de modo diferente para escapar de um Deus Santo e Justo, não adianta pôr culpa no diabo ou na sociedade para se apresentar como vítima e não como culpado, não adianta se esquecer do problema como se ele não existisse, não adianta ter “forma de piedade” sem o fruto do Espírito, não adianta empurrar o processo da expiação do pecado para as chamadas outras vidas ou reencarnações. O mais depressa possível, é preciso chegar, pela Graça de Deus, à mesma soleníssima pergunta que o autor da Epístola aos Hebreus faz: “Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?” (Hb 2:3).
O desfile daqueles egípcios e etíopes de nádegas para fora precisa chocar também a geração atual, levando-a ao arrependimento e à conversão. Precisamos levar em conta o poder e o hábito que Deus tem de destruir as falsas esperanças do homem!



Pr. Maurício F. Morais, DD.

PLENITUDE DO CONHECIMENTO.


Há coisas encobertas ou escondidas e coisas reveladas. As primeiras pertencem a Deus e as segundas pertencem a nós e aos nossos filhos para sempre. O propósito das coisas não escondidas é para que as conheçamos e as ponhamos em prática (Dt 29:29).
Este é mais um traço da soberania de Deus: Ele mostra o que quer, quando quer e a quem quer. Compete ao homem fazer o melhor uso possível das coisas reveladas. Elas são suficientes para se conhecer a Deus e para se chegar a Ele. A parábola do rico e Lázaro deixa claro que as Escrituras desempenham plenamente este papel: “Eles (os vivos) têm Moisés e os profetas; que os ouçam” (Lc 16:29). A mesma idéia aparece na apresentação do objetivo do Evangelho segundo João: “Estes foram registrados para que creais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20:31).
No entanto há muitas coisas que o homem não conhece hoje e quer saber. Algumas dependem da maturidade espiritual para passar do leite para o alimento sólido (1 Co 3:2).
A leitura proveitosa da Bíblia inclui meditação, investigação, conciliação de textos, busca perseverante, despojamento, humildade, fé e disposição para atender o que ela reclama. Daí a oração do salmista: “Desvenda os meus olhos para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Sl 119:18). Mesmo as coisas não encobertas, Deus as revela progressivamente. Aos discípulos Jesus adiantou: “Tenho muitas coisas para dizer, mas isso seria demais para vocês agora” (Jo 16:12).
O mais piedoso e o mais bem sucedido cristão, porém, continua com sede de conhecimento maior. O próprio apóstolo Paulo confessa: “O nosso conhecimento é limitado” (1 Co 13:9).
Hoje o cristão vive entre o “Eu sei” e o “Eu não sei”. Jó não sabia entender a razão de seu sofrimento, mas declarava confiante: “Eu sei que o meu redentor vive e por fim se levantará sobre a terra” (Jó 19:25).
Paulo nunca soube se seu arrebatamento ao terceiro céu foi no corpo ou fora do corpo (II Co 12:2 e 3), mas afirmava: “Eu sei em quem tenho crido e estou certo de que Ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (II Tm 1:12).
A plenitude do conhecimento existe. É uma agradável esperança, que pode e deve ser alimentada. Quando vierem as outras plenitudes, então junto com elas virá também a plenitude do conhecimento como está escrito:
“O que agora vemos é como uma imagem confusa num espelho, mas depois veremos face a face. Agora conheço somente em parte, mas depois conhecerei completamente, assim como sou conhecido por Deus” (I Co 13:12 em A Bíblia na Linguagem de hoje)!


Pr. Maurício F. Morais, DD.   
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As Três Árvores



Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores 
que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira, olhando as estrelas, disse: Eu quero ser baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada. A segunda olhou para o riacho e suspirou: Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas. A terceira árvore olhou o vale e disse: Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto, que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus.

Muitos anos se passaram e certo dia veio três lenhadores pouco ecológicos e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam. Mas lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos... Que pena!

A primeira árvore acabou sendo transformada num coxo de animais, coberta de feno. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em grossas vigas e colocada de lado num depósito. E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes: "Para que isso?”

Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias ao ar, uma jovem mulher colocou seu neném nascido naquele coxo de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo...

A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem levantou e disse ao mar revolto: "Sossegai". E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela, pois fora condenado à morte mesmo sendo inocente. Logo, sentiu-se horrível e cruel, mas no Domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo ao olharem para ela.

As árvores tinham sonhos, mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado.

Todos nós temos nossos sonhos, nossos planos e por vezes, eles não coincidem com os planos que Deus tem para nós. E quase sempre somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia. Por isso, é importante compreendermos que tudo vem de Deus e crermos que podemos esperar Nele, pois Ele, como um Pai amoroso, sabe o que é melhor, para cada um de nós.

Shalom Adonai.