SEJAM BEM-VINDOS ->> AINDA HÁ ESPERANÇA <<-

A esperança é a certeza dentro de nós. É como uma luz que atravessa a escuridão da noite. É necessária ao coração como o sol à existência. Pode-se estabelecer como princípio que só sabem vencer aqueles que sabem esperar.
Os Três pontos cardeais da vida são:
1º) A ESPERANÇA, que a ilumina;
2º) A CERTEZA, em que se apóia;
3º) A FÉ, que a conduz.

SEJAM BEM-VINDOS.
Shalom Adonai.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

NOSSA SALVAÇÃO ESTÁ GARANTIDA (João 10.22-42)

Quando um engenheiro projeta uma ponte pênsil, ele tem que levar em conta três fatores importantes. Em primeiro lugar, ele tem que calcular a carga morta, que é o peso líquido da construção. Em segundo lugar, ele tem que se preocupar com a carga viva, ou seja, a quantidade de toneladas que a ponte pode suportar. E em terceiro lugar, deve calcular a força do vento, ou seja, a tensão que a estrutura pode suportar pelo impacto de fortes ventos. Já aconteceu de engenheiros se enganarem em seus cálculos, e as pontes construídas sob suas especificações, às vezes, acabarem caindo.Hoje, veremos como a Palavra de Deus nos mostra claramente que nosso Pai Celeste tem levado em conta todos os fatores para assegurar plenamente nossa salvação, uma vez que já aceitamos a seu Filho, Jesus Cristo.
As obras de Cristo testificam dEle.
Uma vez mais a cena destes acontecimentos é o templo. Jesus aproveitava as festas religiosas a que grandes multidões assistiam, compostas por judeus e prosélitos. A festa em questão era a da “Dedicação”, e comemorava a restauração do templo através de Judas Macabeu em 165 a.C., depois que Antíoco Epifanes o havia profanado ao sacrificar um porco sobre o altar do holocausto. Esta celebração acontecia no final de Dezembro. Esta é a atual Festa das Luzes, chamada Hanukah. É no templo, onde Jesus caminhava que os judeus o abordam exigindo que lhes dissesse abertamente se ele era o Cristo. O Senhor responde dizendo: “Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai testificam a meu respeito...”. Quando Jesus se refere a suas obras (Εργον – Ergon) significa: feitos, expressão prática. Estes homens sofriam de uma severa cegueira espiritual. As profecias mencionavam entre as qualidades do Messias o poder para: curar aos surdos, cegos, ressuscitar mortos e curar todo tipo de enfermidades (Isaías 26.19; 29.18,19; 61.1-3). Havia gente que tinha a capacidade de ver Deus atrás de cada milagre que Jesus realizava: Nicodemos (João 3.1,2), a mulher samaritana (4.19-29), os homens alimentados com um grande milagre de multiplicação (6.14), outras pessoas (7.31,40, 41), o cego de nascença curado (9.30-32). Jesus mostrou contundentemente que ele era o Ungido, já que fez milagres que testificavam amplamente que ele era o Salvador do mundo. Todos nós agora temos o testemunho fiel da Bíblia que nos assegura que Cristo é o único que pode dar vida eterna.
 Jesus e o Pai, uma dupla segurança.
A promessa de Cristo é a de que Ele nos dá vida eterna e de nenhuma maneira pereceremos. A segurança da vida eterna descansa inteiramente na fidelidade e poder de Deus. Talvez para alguns seja difícil compreender isso devido à facilidade de deixarmos de fazer as coisas difíceis. Há aqueles que começam sua carreira universitária e, em apenas um ou dois semestres de lutas acadêmicas, renunciam porque os estudos eram difíceis demais. Uma dona de casa começa a confeccionar uma roupa. Os cortes saem todos errados, os fios se emaranham, a máquina dá problemas. Frustrada, abandona a tarefa e decide comprar um vestido já pronto. Alguém deseja escrever um livro. Passa horas inteiras em meditação. Começa a escrever, enche uma página, não gosta, escreve outra, mas também não é do seu agrado. Logo se vê rodeado de folhas de papel com frases que não gosta. Decide, enfim, abandonar a idéia e deixar que os intelectuais escrevam livros.
Graças a Deus, Ele nunca abandona uma tarefa que iniciou!
Imagine se, de repente, Ele decidisse que salvar a mim ou a você é muito difícil e, na metade do caminho, abandona a tarefa. Deus não deixa de cumprir seus desígnios por causa de uma queda nossa ou um desvio no caminho (Filipenses 1.6). Jesus tem a firme determinação de salvar a todo aquele que deposite sua fé em seu sacrifício sobre a cruz. Sua mão sustém e protege a cada uma de suas ovelhas de tal maneira que NINGUÉM as pode arrebatar de sua mão (arrebatar vem do verbo grego αρπαξο – arpatho, que significa pegar à força, apoderar-se, tomar ou levar). Nas mãos de Cristo estamos completamente seguros. Se isso ainda fosse pouco, o Pai, que é maior do que todos (Μειξον – Meithon; mais forte, poderoso), também nos cobre com sua mão e ninguém pode nos arrebatar da mão dEle (ουδεισ – oudeis; ninguém, absolutamente). Não há então ninguém que remotamente tenha o poder de apoderar-se de nós, não há ninguém capaz de consegui-lo. Nós, os filhos de Deus, temos uma dupla segurança, que nos confirma que a vida eterna é nossa desde agora em Cristo Jesus.
 Jesus, o Filho de Deus.
Os judeus não suportavam que Jesus se fizesse igual a Deus, e como eram tão estritos e apegados à letra da Lei, quiseram apedrejá-lo (Levítico 24.16). Jeová, o Deus eterno e verdadeiro, deu a Jesus este título (Mateus 3.17; 17.5), e mesmo o demônio o sabia (Mateus 4.3). Este título identifica a Jesus em sua relação filial única com Deus, nele está implícita sua deidade. Se Jesus era somente um homem, como Moisés, Abraão, Davi, Elias, ou qualquer outro personagem da história bíblica, sua vida não poderia expiar o pecado de todo o mundo, nem mesmo se fosse um anjo enviado para esta missão. O fato de Jesus ser o Filho de Deus garante que sua vida e seu sangue derramado na cruz do Calvário valham de sobra pela salvação de todos aqueles que crêem nEle. Tudo o que Jesus fez, faz e fará garante nossa salvação eterna. Ele não alardeou tentando projetar uma falsa imagem de sua pessoa, sempre falou a verdade, mas não creram nEle. E você? Crê nEle? Jesus diz que suas ovelhas podem estar confiantes em suas mãos, já que, além do mais, o Pai que é o Todo-poderoso também nos protege, portanto não há poder em todo o universo que possa tirar-nos a salvação que temos nEle. Deus nunca abandona algo que haja começado esta era a convicção do apóstolo Paulo e queira Deus que seja a convicção de cada um de nós: “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Filipenses 1.6).
  
Deus nos ajude a afirmar a cada dia esta verdade em nosso coração!

Pr. Maurício F. Morais.

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