SEJAM BEM-VINDOS ->> AINDA HÁ ESPERANÇA <<-

A esperança é a certeza dentro de nós. É como uma luz que atravessa a escuridão da noite. É necessária ao coração como o sol à existência. Pode-se estabelecer como princípio que só sabem vencer aqueles que sabem esperar.
Os Três pontos cardeais da vida são:
1º) A ESPERANÇA, que a ilumina;
2º) A CERTEZA, em que se apóia;
3º) A FÉ, que a conduz.

SEJAM BEM-VINDOS.
Shalom Adonai.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A ORIGEM DO NATAL



Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!
I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.
II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: “Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco… Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.
III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.
IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia… Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”
V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes “as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!
VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!
VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!
VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um “altar consagrado”, cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.
CONCLUSÃO
Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?
1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3
2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).
3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.
4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém; porém, agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: “Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias…”; ou “Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal.”; ou ainda: “Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal”.
Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada “semana santa” em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!
Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!
Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17). 

Shalom Adonai.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O QUE ESPERA DEUS DE SEU POVO, DE SUA IGREJA, HOJE?

“Portanto, não se deve pôr em dúvida que o poder civil é uma vocação, não somente santa e legítima diante de Deus, mas também mui sacrossanta e honrosa entre todas as vocações”.   
                                                                                                                             João Calvino.

Uma palavra proscrita no meio evangélico tradicional é POLÍTICA. Mesmo em dias como os de hoje, em que os evangélicos despontam como uma das maiores forças políticas do país. Isto porque ela tem sido associada, em nossos tempos, a homens corruptos, a cristãos de campanha, a mentiras eleitoreiras, onde tudo promete, mas nada se cumpre (e nada se cobra de modo eficiente). Está associada também a mundanismo e apostasia, envolvendo seus agentes em falcatruas, negociatas espúrias, satisfação de interesses pessoais ou de apaniguados, nepotismo e campanhas milionárias cujo custo jamais será ressarcido pelo salário pago pelo cargo almejado, que deixam o eleitor desconfiado das reais motivações que levam aquele candidato a lutar tanto pelo cargo.
O evangélico “que tem horror de política e de políticos”, por outro lado, da mesma moeda, diga-se de passagem, pietizou-se, verticalizou-se e esterilizou-se em sua fé, afastando-se, em consequência, de tudo o que se ligue ao assunto: - o meu reino não é deste mundo, diz ele, como racionalização, para conseguir conviver com a consciência de haver entregado os destinos de sua sociedade aos incrédulos. E, enquanto seu lar celestial lhe está sendo preparado, tem que conviver diuturnamente com as consequências de sua santa omissão. Muitos acabam, afinal, magoados com Cristo, que não volta logo para tirá-los deste inferno de injustiças e devassidão em que se transformou sua sociedade.
Na realidade, esse estado de coisas tem acontecido porque nossas igrejas afastaram-se, de alguma forma, do evangelho integral, que tem uma palavra de Deus para todas as situações existenciais do ser humano, e não apenas para sua alma. Com isso, tem ignorado em seu estudo e em sua compreensão do termo “missão”, uma série de ensinos bíblicos acerca da participação do servo do Senhor na sociedade em que vive.
O que pretendemos adiante é relembrar uma dessas importantes e impressionantes lições bíblicas sobre a ação política, entendida como dimensão da manifestação do Reino de Deus em nosso mundo. Faremos isto, recordando a história de Ester, extraindo dela algumas lições para as nossas necessidades de hoje. Gostaria de lhe sugerir que pegasse sua Bíblia e abrisse nesse livro, para acompanhar e conferir a análise que faremos. NESCESSÁRIO SE FAZ LER TODO O LIVRO.
Creio que qualquer pessoa que queira ser leal e útil ao seu Senhor, deve buscar compreender como se desenvolve os embates à sua volta, onde se localizam os “fronts” mais importantes e como pode maximizar sua atuação, através do uso de estratégias e armas adequadas (Efésios 6:11,12). O que acabamos de abordar é o relato do que se deu em um desses “fronts” de luta pela definição dos rumos da história de um povo.
Que resultados se podem esperar, hoje, com base na experiência de Ester e Mordecai, da ação política da comunidade comprometida com o Senhor? Eis alguns, a título de sugestão, extraídos de nosso texto:
·         Deus torce a ordem da história e abençoa seu povo (9:25 e 10:2);
·         Produz-se libertação e alegria (9:19);
·         Surge uma sociedade mais igualitária, justa e humana (9:19 e 22);
·         Deus exalta seus servos fiéis, por quem a justiça vem (10:2);
·         Deus transforma um símbolo do mal (Pur) em símbolo eterno de sua providência, para ser festejado para sempre (9:26).
O QUE DEUS ESPERA DE SEU POVO, DE SUA IGREJA, HOJE?
·         Que se identifique com a dor de sua sociedade e lute por uma pátria melhor, como fez Mordecai. Ao invés de adotar como lema “o meu reino não é deste mundo”, adote “vós sois o sal da terra”.
·         Que a igreja se envolva com a ação política, como uma dimensão do Reino de Deus, conscientizando e instruindo seus membros nesta área, e assim, tenha condições culturais e de maturidade para preparar “Esteres”, a serem enviadas aos centros de decisão onde os “interesses” do Senhor precisam ser representados, sejam esses centros simples associações comunitárias, sejam sindicatos, partidos políticos, assembléias legislativas ou palácios de governo.
·         Que tenha em mente que esta é uma faceta da guerra espiritual; exigindo, portanto, que se lute também com muito jejum e oração.
Não basta, portanto, que um número crescente de evangélicos se aventure na política. É necessário, antes disso, que haja uma igreja com sensibilidade, o amor e preparo de Mordecai, habilitada a formar, instruir, enviar e acompanhar seus missionários palacianos.

Que Deus nos ajude a compreender Sua vontade em Cristo Jesus.

                                                                           Shalom Adonai.

                                                                Pr. Maurício F. Morais, D.D.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

COMO TER ENTUSIASMO NUM MUNDO DE DESÂNIMO?

Isso intriga o mundo. É quase um fenômeno. Do que estou falando? De um entusiasta, uma pessoa feliz!
Há algo magnético e poderoso a respeito de um cristão firme e animado!
Muitos escrevem durante cruzadas e seminários me perguntando: "Com os problemas atuais, 68 mil jovens contraem DST diariamente, 1.200 alcoólatras surgem a cada dia! Como você pode manter seu espírito elevado em um mundo decadente como esse?
Acredite, você pode. Isso é possível. Independente de sua situação familiar, de seu poder financeiro ou seus fracassos do passado, você pode acelerar os passos em direção a uma área de vitória e ficar entusiasmado quanto à vida.
Em Efésios 2.6, é dito: E [Deus] nos ressuscitou juntamente com ele [Cristo], e nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus. Deus nos destinou a estar num lugar superior, acima de. Ele tem um plano para nos levar até lá. Espiritual, mental, emocionalmente.
4 coisas que você, como um vencedor, deve fazer.
1. Reformule seu conceito sobre Deus.
Vá além daquilo que tem ouvido ou imaginado de Deus. Leia os Evangelhos. A natureza, a compaixão, o amor do Pai são refletidos por meio das atividades e atitudes de Jesus Cristo. Dedique tempo desenvolvendo um conceito apropriado de Deus. Reconstrua a imagem mental que reforce a sua fé na direção dele. Por meio de bons livros, de canções inspiradas e ao compartilhar o dele amor com os outros, você corrigirá e ampliará o seu conhecimento de Deus.
2. Reconheça as limitações de Satanás.
Certamente, há uma necessidade de compreender o dano da influência demoníaca. No entanto, pela Palavra, você entenderá as limitações dos esforços dele. Satanás é um mentiroso, enganador, manipulador. Ele está destinado à total destruição. Está sob o domínio daqueles que são co-herdeiros com Cristo, o qual sujeitou todas as coisas a seus pés (Efésios 1.22) Lembre-se, você é um vencedor! Quando achar que está em um nível mais baixo, ainda estará acima do diabo!
3. Compreenda as necessidades dos outros.
Duas classes de pessoas receberam a atenção de Jesus: as que receberam o Seu ministério e o Seu trabalho, como Zaqueu (Lucas 19.2) e a mulher samaritana (João 4.9); e as que o assistiram, como Maria e Marta (Lucas 10.38).
Jesus deu atenção a pessoas com necessidades que Ele podia satisfazer. Para as pessoas que o receberam, milagres aconteceram. Se a rebelião vinha à tona, Jesus se desconectava delas. Ele sabia como dizer NÃO quando necessário.
Discirna pessoas em sua vida. Se você é uma influência positiva para outros, isso se tornará claro. Se não está estimulando os outros a crescer, haverá chances de que eles sejam uma influência negativa para você. Anda com os sábios e serás sábio, mas o companheiro dos tolos será afligido. Provérbios 13.20.
Jesus não podia passar tempo com todos. Ele nunca usou o tempo que poderia ter dedicado a Zaqueu para ser maltratado pelos fariseus. Desenvolva a habilidade de ouvir de Deus o papel que alguém terá em sua vida.
4. Reconstrua uma boa imagem de si mesmo.
Os pais, a escola e os amigos nos condicionam. Nós nos tornamos conscientemente falhos. Às vezes, tornamo-nos mais concentrados nos problemas do que nas possibilidades. Concentramo-nos em nossas fraquezas, e perdemos a confiança e o autorrespeito. Concentre-se nos pontos fortes. Às vezes, o que você considera um ponto fraco é, na realidade, um dom de Deus implantado em você. 
Pare de falar do que está faltando. Seja agradecido pelos dons recebidos de Deus! Dê ouvidos ao homem que escreveu a metade do Novo Testamento, Paulo disse: Posso todas as coisas naquele que me fortalece (Flipenses 4.13). Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores (Romanos 8.37). Paulo tinha o conceito correto sobre Deus, sobre Satanás, sobre pessoas e sobre si mesmo. O apóstolo Paulo foi um vencedor. Ele permaneceu entusiasmado em um mundo desanimado!

Livro: Sabedoria para Vencer
Autor: Mike Murdock
páginas 23 à 28.
Obs. O testo foi adaptado por mim.
Shalom Adonai.



domingo, 2 de janeiro de 2011

Nas palmas das mãos de Deus.

Veja, eu gravei você nas palmas das minhas mãos. Isaías 49:16.

O que mais importa não é o fato que eu conheço a Deus, mas, sim, algo muito maior que está implícito neste conhecimento - Ele me conhece. Eu estou gravado nas palmas de Suas mãos. Nunca sou esquecido por Ele. Todo o meu conhecimento dEle depende da iniciativa permanente da parte de Deus em me conhecer. Eu O conheço porque Ele me conheceu  primeiro e continua a me conhecer.
Ele me conhece como meu melhor amigo, alguém que me ama. Não há um único momento em que Ele tira os olhos de mim ou que se distrai e me esqueci; portanto, não há um momento sequer em que Ele deixa de cuidar de mim. Este é um conhecimento extremamente significativo. Há um indizível conforto - o tipo de conforto que nos dá poder, isto é, não nos enfraquece - em conhecer este Deus que está constantemente consciente de mim em amor e cuidando de mim para o meu bem.
Louvado seja o Nome Santo de Jesus, o Cristo, o Filho do Deus Vivo.

Shalom Adonai.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Salvador si, pero Senhor, no!

"Pois desta maneira é que vos será amplamente suprida a entrada no reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo" - II Pedro 1:11.
A entrada ao reino é diretamente proporcional aos termos invocados ao final do versículo 11, ou seja, "Senhor e Salvador". Infelizmente existem inúmeros indivíduos dentro do contexto religioso que possuem Jesus em suas vidas, apenas como "salvador". Para eles, Jesus é o "salvador" que foi escarnecido, foi surrado, usurpado, morreu na cruz e chegou até ressuscitar. Tal qual o filme do Mel Gibson.
Apenas como "salvador", porém, não como Senhor!
Ficamos pasmos e temos dificuldades em entender, quando pessoas dentro do convívio que se denomina "cristão" andam professando Jesus com a boca, e adulterando, prostituindo, mentindo, fornicando com o coração. Pessoas, cujo tempo que se intitula convertido já perfaz anos ou décadas, no entanto não abandonou o cigarro, a bebida, a prática de obras malignas. Todavia, vão à igreja semanalmente, dão seus dízimos e ofertas, crendo que estão cumprindo seu papel social espiritual e se sentem justificados. Meditem em todo o capítulo 1 de II Pedro.
Esses tais possuem a Jesus como Salvador, porém, não como Senhor. Para eles, Jesus morreu em uma cruz, e é bom que fique por lá, pois deixariam Ele ruborizado pela prática perversa que empreendem em suas vidas.
Eles são os maiores prejudicados, muito embora suas vidas sejam tropeços para outros.
Eles crêem em Jesus como Salvador deles, no entanto, quando se olha pelo aspecto "senhor", estão fadados ao fracasso. Essa é uma estratégia inimaginavelmente usada nos dias de hoje pelo inimigo de nossas almas no meio da igreja. Ele permite que as pessoas professem a Jesus como salvador sem problemas, desde que Jesus não se torne de fato Senhor naquela vida, tendo o mando e o comando nela. Tendo-O como “salvador” continuam nas práticas escusas. Tendo-O como “Senhor” se dobrarão diante da Sua vontade absoluta!
Em Lucas 18:18 encontramos um moço assim. Ele chega para Jesus e pergunta: "Bom mestre, que farei para herdar a vida eterna?".
Observemos que Ele reconhece que Jesus é mestre, que Ele é bom, que Ele era uma pessoa diferente e de confiança a ponto desse moço, sendo rico se chegar e lhe questionar a respeito de algo, MESMO guardando os mandamentos. No entanto, quando Jesus lhe responde o que devia fazer, ele se retira MUITO triste.
Ele reconheceu Jesus como Salvador, mas NÃO o quis como Senhor. Muito embora esse rapaz estivesse cumprindo todos os mandamentos, mas algo faltava em seu coração. Todavia, quando Jesus desejou se tornar "senhor" em sua vida, ele O recusou.
Tenho plena convicção que Deus está falando com pessoas que se encontram numa condição semelhante a essa. Pessoas que estão tendo uma boa prática religiosa, mas que lá no fundo do coração, sabe que Jesus ainda não é o Senhor de suas vidas. Ele te chama para um conserto hoje!
Jesus está as portas para arrebatar Sua igreja. Será que vale a pena insistir nessas práticas que magoam, ferem e entristecem ao Espírito Santo de Deus? Será que vale insistir em práticas que Deus abomina e que separa o homem da vida eterna?
Oxalá que todos os que professam a Jesus, O tenham como Salvador e Senhor, caso contrário, um dia se retirarão MUITO tristes, pois perceberão que O admiravam apenas como um "BOM MESTRE".
É tempo de cura. É tempo de restauração. É tempo de ter Jesus como Senhor da vida, pois o tempo como Salvador está se esvaindo, e permanecerá junto dEle, apenas os que O professaram como Salvador e SENHOR de suas vidas.
Ele te ama, e não suporta a idéia de passar uma eternidade, sem ter você junto dEle, simplesmente porque passou a vida admitindo-O como Salvador, NÃO porém como Senhor !                          Pense nisso!                         Shalom Adonai!